Produção de derivados alcança 1.918 mil barris por dia, um aumento de 10,9% em relação ao 2º trimestre de 2025
No 2º trimestre de 2026, a produção média de óleo, LGN e gás natural alcançou a marca recorde de 3,34 MM barris de óleo equivalente por dia (boed), 14,1% acima do mesmo trimestre do ano passado e 3,4% acima do 1º trimestre de 2026, em função, principalmente, da maior eficiência operacional, do ramp-up dos FPSOs Maria Quitéria, no campo de Jubarte, Alexandre de Gusmão, no campo de Mero, P-78, no campo de Búzios, além do início de produção do FPSO P-79, no campo de Búzios. Estes fatores foram parcialmente compensados pelo declínio natural de campos maduros.
Neste trimestre, entraram em operação 10 novos poços produtores, sendo 4 na Bacia de Campos e 6 na Bacia de Santos.
Destaques do segmento de Refino, Transporte e Comercialização
Foi registrado no 2T26 recorde histórico do Fator de Utilização (FUT) das refinarias, atingindo a marca de 101,2%, superando o recorde anterior de 101,1%, alcançado no 3T14. Destaca-se nesse período um patamar de FUT de 102,5% por dois meses consecutivos, em abril e maio de 2026, maior resultado mensal do parque de refino atual.
No contexto geopolítico atual, a elevada utilização do parque de refino tem sido fundamental para ampliar a oferta de derivados no mercado nacional. Deste modo, foi registrado no 2T26 o menor volume trimestral de importações de derivados, com 67 mbpd, e foram ampliadas as vendas de produtos próprios.
As vendas de derivados no mercado interno no 2T26 mantiveram-se em patamar semelhante ao do 1T26, uma vez que o crescimento da comercialização de diesel e GLP compensou a retração observada nos demais produtos.
O crescimento da produção de petróleo contribuiu para a elevação das exportações, que chegaram a um patamar próximo a 1 MM bpd, ao mesmo tempo em que favoreceu a redução das importações de óleo para 89 mbpd no 2T26, o menor volume desde a pandemia.

